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Uma boa Pintura

A escolha de um bom produto não será o suficiente para a obtenção de um bom resultado na pintura final, porque existem outros factores importantes tais como: Preparação das superfícies e Aplicação.

• Os substratos devem estar coesos, secos, limpos, desengordurados, isentos de partículas soltas e livres de microrganismos.
• Manchas de gordura ou outras sujidades devem-se lavar com água e detergente, enxaguar e aguardar secagem.
• Eliminar totalmente partículas soltas ou mal aderidas, raspando ou escovando.
• Superfícies com fungos, algas ou degradadas, devem ser desinfectadas com IDEALAVA Refª 883 (consultar ficha técnica do produto). Áreas muito contaminadas poderão ser “branqueadas” previamente com a lavagem de hipocloreto de sódio (lixívia) a 10%.
• Superfícies vitrificadas, muito lisas, com brilho ou baixa porosidade, devem ser lixada até criar uma boa condição de aderência. Uma superfície adequada para a pintura deve ser absorvente.
• Reparar as imperfeições das superfícies através de massas para o efeito.
• Substratos pouco coesos isto é, que se esfarelam ou se apresentam pulverulentos, não apresentam dureza, firmeza etc., deverão ser bem escovados e raspados e de seguida fazer-se uma aplicação prévia de PRIMÁRIO IDEALITE Refª 186.
• Em paredes de reboco aguardar a cura/secagem do mesmo cerca de 30 a 45 dias. Se a tinta for aplicada sobre reboco mal curado, provavelmente a pintura descacará porque a impermeabilidade da tinta dificultará a saída da humidade e as trocas gasosas necessárias à carbonação (cura) do reboco, sem a qual este tende a esfarelar-se sob a película da tinta, causando o descascamento.
• As paredes de reboco contêm sempre alcalinidade, que é a condição resultante da presença de certas substancias químicas como a cal na argamassa, que diminui com o aumento da cura do reboco, mas estará sempre presente na parede de reboco, pelo qual recomendamos fazer uma aplicação prévia de PRIMÁRIO IDEALITE Refª 186.
• A humidade em excesso pode causar problemas sérios à pintura, portanto, não devemos iniciar o trabalho de pintura enquanto houver humidade no substrato. Muitas vezes as causas da humidade são provocadas por infiltrações de água do solo ou falhas nas coberturas ou telhados. Outras vezes a humidade no substrato é causada pela má ventilação dos locais com a presença de água como casas de banho ou cozinhas. Após eliminar a causa aguardar a secagem do substrato. No caso de pinturas de pisos deve-se testar se o piso se encontra completamente seco, com o seguinte teste simples: Colocar uma folha de papel alumínio (com a fase brilhante virada para a superfície) no tamanho de 45 cm x 45 cm fixada com a fita crepe. Deixar por 16 horas (de um dia para o outro durante a noite e madrugada). Passado este período, verificar a formação de condensação ou de manchas na face brilhante. Se a folha estiver seca o piso estará em condições de pintar.
• Em casos de repintura se estiver em bom estado, lixar até remover o brilho e observar os itens anteriores, tais como: ausência de gorduras ou outras sujidades, fungos ou algas, humidades, etc.. Caso contrário remova toda a tinta antiga através de lixagem, raspagem, ou a utilização de jactos de água de alta pressão. Seguidamente reparar a superfície se for o caso. Nos locais onde foram processadas reformas, recomenda-se a aplicação de uma demão prévia da tinta escolha para o sistema de pintura diluída. Este procedimento visa evitar a delineação da correcção por diferença de brilho (maior absorção).
• Superfície pintadas anteriormente com cal deverão ser raspadas e/ou escovadas, mas de preferência lavadas com jacto de água de alta pressão, a fim de eliminar todas as partículas soltas ou mal aderidas. Deixar secar e aplicar uma prévia demão de PRIMÁRIO IDEALITE Refª 186.
• O pó originado pelo tratamento das superfícies deve ser totalmente removido antes de aplicação da tinta.
• Piso de cimento antigo, de difícil limpeza ou muito lisos, deve-se lavar com uma solução de ácido muriático com água na proporção de 20:80. Deixe agir por 20 minutos, lavar novamente e deixar secar.
• Em todas as pinturas novas ou repinturas recomendamos sempre o uso de um primário, a fim de garantir um acabamento perfeito e uma eficaz protecção da superfície (consultar serviços técnicos/comerciais).

Homogeneizar bem os produtos antes de utiliza-los. As tintas são constituídas por compostos em suspensão e, que pela força da gravidade se sedimentam formando duas fases distintas.
A homogeneização é importante para que a tinta fique uniforme. No caso de tintas de 2 componentes, deve-se homogeneizar os componentes separadamente e em seguida fazer mistura do endurecedor na base (nas proporções recomendadas). Finalmente homogeneizar a mistura com agitação.
O intervalo entre demãos, indicado para cada produto deverá ser respeitado, caso contrário poderão surgir problemas tais como:
Aplicação antes do prazo indicado:
– O solvente da camada anterior ainda não evaporou suficientemente e poderá haver retenção de quantidades que poderão prejudicar a secagem, provocar escorrimentos em superfícies verticais e até enrugamentos ou fissuras na película da demão antes do prazo.

Aplicação durante o intervalo:
– Como a camada ainda não curou totalmente, há a possibilidade de não se alcançar a máxima aderência, pois ocorre a interpenetração das camadas, ou seja, uma demão se funde com a outra.

Após o intervalo (se houver indicação de tempo máximo):
– Se o intervalo máximo é ultrapassado e outra demão de tinta é aplicada sobre a anterior directamente, sem nenhuma providencia, há possibilidade de não ocorrer a fusão das camadas, podendo provocar destacamento entre demãos, neste caso deverá lixar-se previamente a superfície.
A diluição deve respeitar as percentagens indicadas na ficha técnica e o respectivo diluente. Diluentes diferentes podem causar fervura, casca de laranja, pulverização seca, problemas na secagem, escorrimentos, etc …

Condições Climatéricas de Aplicação
Deve-se pintar a uma temperatura entre os 5º e 35ºC e com uma humidade relativa do ar não superior a 70%.
Não recomendamos efectuar pinturas no exterior, se num período de 24h estiver previsto chuva ou condensação intensa de humidade (nevoeiro,maresia,etc…).
A pintura sobre superfícies aquecidas e/ou com incidência directa do sol deve ser evitada, pois caso contrario ocorrerão problemas de falta de aderência, marcas de rolo, manchas de brilho, etc…
Após período de chuva, aguardar pelo menos 3 dias de tempo bom para a parede secar.
No caso de aplicações em interiores, o local deverá estar devidamente ventilado, por questões de segurança pessoal e para que a tinta possa secar/curar adequadamente sem deixar manchas ou pegajosidade.

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